Imagem Ilustrativa.
O clima foi de tensão na Assembleia Geral do Sindchap, Sindicato dos Servidores Públicos de Chapadinha.
Na pauta, descontos ilegais no contracheque de servidores da Educação no Abono Salarial.
Durante a Assembleia, a Presidente do Sindicato, Professora Maria Lopes fez uma espécie de prestações de contas dos últimos acontecimentos em relação aos descontos ilegais.
Segundo ela, a prefeitura de Chapadinha pagou 71% dos recursos, acima do teto constitucional exigido.
O advogado da entidade, Dr. André Willame disse que os descontos são ilegais e que se os professores quiserem de forma individual podem entrar com ação contra danos morais pedindo o ressarcimento pelo executivo municipal.
Willame, também explanou outros assuntos.
Não convencidos com a fala da presidente, professores foram para o contraponto, a professora Karla Mylena foi enfática na sua fala ao questionar a lei municipal aprovado pela câmara que segundo ela é inconstitucional e que foi base para autorizar os descontos pelo executivo municipal.
Ainda em sua fala, onde teve moção de aplausos, Karla cobrou maior atuação do sindicato nos interesses da categoria.
A professora inativa e ex-vereadora, professora Vera, questionou a presidente sobre os verdadeiros recursos que foram recebidos pela prefeitura para o FUNDEB, mas não obteve resposta.
A professora Fabricia Nunes questionou sobre as funções e prerrogativas do FUNDEB.
O clima foi de muita tensão, discussões e falas acalauradas marcaram o fim da assembleia que acabou sem muita resolução.
Ao final da reunião, professoras prometem tomar providências sobre o assunto paralelamente ao sindicato, diante da inércia da atual direção do Sindchap.
E o clima promete esquentar mais ainda!!!
Seguiremos atentos e sempre informando e ao lado dos quase 3.000 servidores da educação.

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